O futuro da indústria da moda está alinhado com o futuro do consumo de forma geral:
inovação e foco no cliente sem deixar a sustentabilidade de lado. Para encontrar o resultado dessa equação o setor tem dirigido seu olhar especialmente para esses pontos:
Data driven: entender como os clientes são influenciados e aprimorar os produtos com base neles é uma importante tendência. Analisar buscas, compras, curtidas e visualizações ajuda a desenvolver produtos que atendam às necessidades do consumidor de forma cada vez mais personalizada.
Sustentabilidade: existe um forte movimento na direção de repensar o consumo desenfreado, buscando processos menos prejudiciais na fabricação. As pesquisas mostram que há uma expectativa dos consumidores brasileiros com relação à proteção do meio ambiente. A utilização tecidos biodegradáveis e reutilização de materiais são algumas práticas que conta a favor das empresas.
DNA digital: Não são apenas os algoritmos ou experiências de compra que estão trazendo tecnologia para a moda. A busca por experiências totalmente imersivas e interativas já começa a aparecer. Google desenvolveu um projeto em parceria com Ivyrevel e H&M, criando roupas personalizadas através de informações coletadas por um aplicativo e enviando para fabricação, tudo em fase de testes.
Simplicidade. Quase na contramão das experiências tecnológicas a estética do vestuário está cada vez mais buscando referências no conforto, versatilidade e simplicidade. Cores neutras, cortes básicos e peças atemporais.
Empresas que mantenham-se alinhadas com essas diretrizes estarão, certamente, firmando seu espaço no mercado.
Conta pra gente, qual desses pontos você acredita que vai chegar primeiro para o público em geral e o que vai demorar mais tempo para se popularizar?
